Autossabotagem. Aula com o Psicólogo Rodolfo Castro

263786_108467969246717_6776540_n-170x300 No dia 11/09  tivemos a nossa primeira aula do módulo autossabotagem com o Psicólogo Rodolfo Castro. O salão principal do GEAE estava cheio e a interatividade da plateia com facilitador marcou a noite com muitas perguntas e respostas voltadas ao tema. Rodolfo Castro explanou as diversidades terapêuticas, entre elas, os fundamentos da psicanálise de Freud e da psicologia analítica de Jung. Sendo que a primeira propõe a existência de um “consciente pessoal” e “inconsciente” e, a outra, dentro de uma topografia da psique bem mais abrangente: “consciente pessoal”, “consciente coletivo”, “inconsciente pessoal” e “inconsciente coletivo”. Diferenciou os aspectos primários da autossabotagem e, dentro deste contexto, os conceitos de símbolo, angústia, consciente e inconsciente, incluindo os arquétipos, persona, sombra, animam e animus.  

 

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Na segunda aula (18/09), Rodolfo destacou que compulsão à repetição sendo uma forma de traduzir em ação um trauma por meio de um comportamento destrutivo e que o trauma se dá quando o indivíduo vivencia um ou mais eventos, que interpreta como ameaçador. Definiu a autossabotagem, sendo a necessidade inconsciente de repetir muitas vezes um comportamento, um impulso de levar adiante um ato, não importando as consequências. Falou sobre as nossas crenças que nada mais são que as  convicções permanentes, muitas vezes rígidas e absolutas e estruturadas a partir das respostas que damos as questões internas e externas. Finalizou nos complexos que formamos e que são agrupamentos de conteúdos psíquicos carregados de afetividade que estabelecem associações com outros elementos. Nas considerações finais trouxe a seguinte reflexão: “Por que nos autossabotamos? Nos sabotamos na tentativa de ter controle sobre nossa vida.”  

 

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Na terceira e última aula no dia 25/09, Rodolfo Castro falou dos ciclos repetitivos da autossabotagem, dentre elas, a “zona de conforto” que é a manutenção dos padrões disfuncionais, decorrente do medo e da falta de autoconhecimento que muitas vezes nos leva a “ganhos secundários” que se refere às vantagens ou benefícios a partir dos sintomas e/ou doenças, isto é, da situação de enfermo de uma forma geral. Ressaltou que a “zona de conforto” e os “ganhos secundários” levam a duas formas preferenciais de interação patológicas que são a “culpabilização” e “vitimização”. Finalizou ressaltando a proposta do Cristo – “Seja, porém, o vosso falar: sim, sim; não, não”, como principio básico terapêutico para tratarmos a autossabotagem e propondo que a palavra e a ação querem significar a focalização das motivações na direção do amor e da paz interior.

 

 

 

Segue o link com áudios e os slides das aulas  

AULA 1 Áudio:CLIQUE AQUI                       

 AULA 1 Apresentação: CLIQUE AQUI 

AULA 2 Áudio:CLIQUE AQUI

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AULA 3 Áudio:CLIQUE AQUI 

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