GEAE CELEBRA 26 ANOS E HOMENAGEIA  SEUS TRABALHADORES

Voluntários foram o personagem principal da comemoração, marcada por alegria e emoção

Da Redação

“Preparamos essa celebração pensando nos nossos trabalhadores. O GEAE é como é por causa de cada um de vocês”. Essa foi a mensagem que marcou a comemoração dos 26 anos de atividade do Grupo Espírita Abrigo da Esperança (GEAE), em 30 de março. A frase, proferida pela presidente da Casa, Flavia de Paiva Barbosa, deu o tom de uma noite marcada pela alegria, pela emoção, e pela integração dos voluntários e frequentadores do centro espírita. “O GEAE não são suas paredes, somos nós e o que trazemos para cá”, acrescentou Flávia, destacando que a união e os laços que unem a equipe haverão de perdurar e alicerçar o trabalho vindouro.

Dinâmica de integração com trabalhadores do GEAE

Foi uma noite de festa e, também, de reflexão. A harmonização e boas-vindas contou com uma apresentação de Lúcia Smidt, talentosa flautista brasiliense que emocionou a todos com sua música suave. A comemoração foi dividida em duas etapas: a primeira delas, dirigida exclusivamente ao trabalhador da Casa, dividiu os voluntários em grupos para um diálogo sobre a experiência individual de cada um no GEAE e uma avaliação da importância do trabalho na Casa. “Nesse dia festivo, decidimos investir em uma conversa, favorecendo que conheçamos melhor uns aos outros. Isso nos reforça o sentimento de pertencimento”, disse Ana Paula Aguiar, que organizou e coordenou a dinâmica.

Lúcia Smidt, Ana Paula Aguiar e Flavia Paiva

Instados a avaliar a Casa e os próprios sentimentos perante sua participação, os trabalhadores convergiram em suas percepções. Acolhimento, seriedade e bom ambiente formam a imagem do GEAE na percepção das dezenas de voluntários que ali emprestam seu tempo nos diversos atendimentos do centro. Gratidão, esperança e oportunidade traduzem os sentimentos que mobilizam os trabalhadores e garantem o combustível necessário ao trabalho. “O GEAE não é uma Casa acabada, cada um que chega soma”, disse André Campos.

Ao compartilharem suas experiências, os voluntários lembraram como chegaram ao centro – alguns querendo conhecer melhor a doutrina espírita; outros levados por amigos frequentadores da Casa; outros em busca de ajuda para a superação de problemas. “O GEAE é como uma árvore frondosa, que abraça a todos que chegam”, comentou Enésio Cabral. “O sentimento que eu tenho é de sermos uma família. Aqui não se vê maldade nem fofoca”, destacou Débora Dias “O que cada um tem no coração é gratidão. Somos realmente uma família”, endossou Rose Máximo. Encerrada a dinâmica, os trabalhadores juntaram-se aos demais convidados em confraternização plena de alegria.

 

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