GEAE REÚNE FUNDADORES E NOVA GERAÇÃO NA CELEBRAÇÃO DOS 25 ANOS

Trabalhadores relembram trajetória e renovam compromisso com a promoção da doutrina espírita e do bem estar das pessoas

Da Redação

Fotos: Tércio Quintigliano

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Bruno Elias apresenta alguns dos fundadores do GEAE – Foto: Tércio Quintigliano

Tudo começou em uma casa pequena, onde se iniciaram grandes tarefas, desempenhadas com amor e o desejo sincero de servir. Essa é a lembrança mais perene dos fundadores do GEAE e síntese da trajetória cumprida pela Casa em 25 anos de atuação. Na noite da celebração, duas gerações de trabalhadores compartilharam recordações, experiências e sonhos, celebrando as conquistas e apontando o futuro desejado para o GEAE. Autora e intérprete do hino da Casa, a cantora Giselle Sprovieri deu o tom do encontro, emprestando sua linda voz para os versos que reafirmam a vocação da GEAE: “paira no ar essa vibração de força, de fé, de união. Grupo espírita ao amor se lança no abrigo da esperança”.

Na mesa de honra, o grupo de trabalhadores que fundou o GEAE, cujas presenças trouxeram ainda mais alegria e gratidão. “Foi com imenso carinho que recebemos essas pessoas tão importantes para a nossa Casa, que deixaram suas marcas e são referência para todos nós”, disse Flávia de Paiva Souza, presidente do GEAE, ao Informativo. “Fui levado por uma amiga e nunca mais saí”, relatou Jacer Queiroz, trabalhador e pioneiro do GEAE. “Era uma casa pequena na estrutura, mas grande na energia, na bem querência”, recordou, sobre a primeira sede da Casa, que ocupou um cômodo numa casa de família no Guará. “Quando começamos, não tinha nada ao redor. Nós fazíamos festas e brindes para levantar fundos”, disse Bruno Elias, que participou da construção da Casa.

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Membros do GEAE e convidados prestigiaram o evento. Foto: Tércio Quintigliano

“Essa história começa no momento em que eu passei a estudar a doutrina. Não compreendia as religiões e achava que Deus era único. Nós queríamos conhecer mais e compreender”, contou Maria do Socorro Ferreira de Oliveira, que formou  ao lado de Edmir Freitas a célula fraterna que mais tarde se transformaria no GEAE. “O grupo foi crescendo, com mais pessoas querendo estudar. Apesar do pouco conhecimento, fomos agraciados por nossos mentores e, naquela Casa, realizamos grandes tarefas”. Segundo ela, naquele período de formação, esse grupo de amigos era mobilizado por sentimentos de lealdade e companheirismo, marcas do GEAE ainda hoje. “O Abrigo, pra mim, não foi um sacrifício, mas uma grande escola de relacionamento”, afirmou. Socorro, que desligou-se do GEAE para cumprir outras tarefas, frisou que a distância não esvazia a importância nem o amor que nutre pela Casa e seus amigos. “Aqui foi onde encontrei minhas respostas. Hoje, sou uma espirita ambulante a trabalho em várias frentes onde possa ser útil”.

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Coral do CE Portal Luz. Foto: Tércio Quintigliano

RECUPERANDO SONHOS – Pela celebração dos 25 anos passaram todos os presidentes do GEAE. Afastado de Brasília por compromisso incontornável, Edmir Freitas mandou um vídeo lembrando as fases mais marcantes da longa caminhada. Alegre e emocionado, ele recordou os momentos mais importantes desde o início dessa jornada e agradeceu aos mentores espirituais que intuíram e ampararam o grupo. “Já travamos muitas lutas. Fomos recepcionados por mentores amigos e tentamos continuar o exemplo, acolhendo a todos os que vieram conhecer aquela pequena célula”, lembrou. Ex-presidente da Casa, Ana Paula Aguiar também mandou vídeo, recordando o esforço para a formação do GEAE e os desafios enfrentados para que a Casa pudesse ter cumprido as missões que assumiu. Ela recordou seus primeiros passos no Espiritismo, trajetória iniciada em outros centros e consolidada no GEAE. “Frequentei outras casas e aprofundei meus estudos aqui no GEAE. Acompanhei a criação dessa Casa e tenho muito orgulho e gratidão por fazer parte dessa família, unida no amor e no desejo de servir”, declarou ao Informativo.

A celebração dos 25 anos marcou a renovação dos compromissos e vocação do GEAE. Mais que fazer um retrospecto da história, seus dirigentes e trabalhadores reafirmaram a disposição de prosseguir na disseminação e exercício do Espiritismo e destacaram projetos que serão executadas com  prioridade no período vindouro. “Estamos resgatando projetos antigos da Casa e celebrando o início de uma nova fase”, comentou André Campos, referindo-se ao início do Projeto Aprender, em abril, para oferecer reforço multidisciplinar para crianças carentes no contraturno escolar.

 Assista o Vídeo:

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