Pacto Áureo: União e integração no trabalho do bem

Em 5 de outubro de 1949 concretizava-se formalmente — por meio da assinatura do documento denominado Pacto Áureo —, a unificação da família Espírita brasileira, velho sonho acalentado ao longo dos sessenta primeiros anos da FEB, desde os esforços iniciais de Bezerra de Menezes. A ata apresenta a proposta de fraternidade entre as federações em igualdade. Cada uma tem autonomia em suas decisões, não havendo subordinação.

A participação é voluntária, todas as Instituições vinculadas à FEB e às Federativas Estaduais são livres e detém o poder de decisão quanto à sua adesão ou não.

Subscritores do Pacto Áureo

No texto há a recomendação da prática e exposição da obra Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho (XAVIER, 1938), a criação do Conselho Federativo Nacional – organismo fortalecedor dos laços fraternos entre os espíritas –, fundamentadas nas diretrizes Estudo, Difusão e Prática do Espiritismo.

Como representação do Movimento Espírita brasileiro, o Conselho Federativo Nacional (CFN) exerce funções deliberativas, normativas, orientadoras, coordenadoras e supervisoras.

Subscritores do Pacto Áureo

Tem por objetivo promover a união dos espíritas e das instituições espíritas de nosso país e trabalhar pela unificação do Movimento Espírita, a fim de fortalecer a tarefa de difusão do Espiritismo.

O CFN é composto pelo presidente da FEB, que o preside, e por um representante de uma instituição federativa de cada estado reconhecida pelo CFN. Realiza Reuniões Ordinárias, anuais, no mês de novembro, na sede da FEB, em Brasília.

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